Publicado em 28 de maio de 2025
Ao mesmo tempo em que tem se tornado cada vez mais relevante, a participação da geração Z no mercado de trabalho, também tem trazido alguns desafios para as empresas.
De acordo com o Relatório de Tendência de Gestão de Pessoas 2025, produzido pela Great Place to Work (GPTW), 76% das empresas apontaram essa geração como o maior desafio para a gestão de pessoas.
Esse percentual representa um aumento em relação ao ano anterior, quando 68,1% das organizações relataram dificuldades em ter que lidar com essa geração.
Composta por pessoas que nasceram entre meados da década de 1990 e início dos anos 2010, essa geração é influenciada por algumas características bastante peculiares.
Devido a esses e outros fatores, as empresas estão tendo que se adaptar, para conseguir lidar com essas mudanças trazidas no mercado de trabalho pelos GenZ.
Porém, como essa foi a primeira geração em muito tempo que buscou implantar uma nova visão no ambiente corporativo, ela também se tornou alvo de críticas e de preocupação pelos profissionais mais tradicionalistas e conservadores.
Afinal, as mudanças costumam causar estranheza em um primeiro momento. Por isso, é importante que esses profissionais sejam compreendidos pelas empresas e pelos gestores de RH, que devem estar preparados para receber e acolher esta nova geração.
Para te ajudar a entender melhor como é a geração Z no mercado de trabalho, e o que você, enquanto RH, precisa saber para lidar com estes profissionais, nós preparamos este artigo completo.
Sendo assim, te convidamos a acompanhar a leitura conosco até o fim, pois este conteúdo está repleto de bons insights que vão ajudar a melhorar a gestão de pessoas em sua empresa!
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Primeiramente, antes de entendermos quais são essas boas práticas, é importante que você se familiarize melhor com o que é a geração Z.
Conforme mencionamos anteriormente, essa geração é composta pelo grupo de pessoas nascidas, aproximadamente, entre 1995 e 2010.
De acordo com dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), os GenZ correspondem a mais de 32% da população mundial.
Essa geração veio depois dos Millennials (Geração Y) e cresceu em um mundo altamente conectado, marcado pela tecnologia digital, internet, smartphones e redes sociais desde muito cedo.
Não à toa, eles são a primeira geração do mercado de trabalho de nativos digitais, o que naturalmente, altera a sua percepção de ver, ser e participar da rotina corporativa.
Algumas projeções estimam que a participação da geração Z no mercado de trabalho chegará a 30% até 2030. Essa perspectiva torna ainda mais importante que haja compreensão e conhecimento por parte das empresas acerca destas novas realidades.
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Por serem nativos digitais, a geração Z possui uma forma mais espontânea e ágil de se comunicar.
Eles também têm mais capacidade para captar informações com maior rapidez, encontrando soluções práticas para os desafios que precisam ser enfrentados.
Além dessas particularidades, existem outras características principais da geração Z. São elas:
Ao contrário das gerações anteriores, a geração Z tende a rejeitar padrões impostos e discursos “prontos” ou forçados.
Esses profissionais esperam que pessoas, marcas e empresas sejam mais autênticas, transparentes e representem a diversidade em todos os seus níveis, como gênero, raça, orientação sexual, corpos e estilos de vida.
Ao valorizarem a autenticidade e diversidade, os GenZ consideram que isso não se trata apenas de aceitar as diferenças, mas sim, de considerá-las como parte essencial da sociedade e da cultura.
Outra característica marcante da geração Z, é a busca por propósito.
Mais do que apenas encontrar empregos que tenham uma boa política salarial, os jovens dessa geração buscam trabalhos em empresas e marcas que tenham um impacto positivo no mundo.
Esses profissionais valorizam empresas que tenham causas claras, que promovam sustentabilidade, inclusão e ética. No ambiente de trabalho, eles também esperam que suas atividades façam sentido e estejam conectadas com os valores em que acreditam.
O fato de serem nativos digitais, e terem crescido com YouTube, tutoriais, cursos online e fóruns de discussão, tornou a geração Z altamente autodidata.
Afinal, quando querem aprender algo novo, eles buscam por conta própria conhecer e encontrar as informações necessárias.
Por conta dessa característica, essa autonomia na aprendizagem os torna ágeis, mas também impacientes com métodos tradicionais, como aulas expositivas ou treinamentos mais engessados.
Por serem acostumados com a velocidade das tecnologias, os profissionais da geração Z costumam ter baixa tolerância a processos lentos, hierarquias rígidas e burocracias.
Existe uma preferência por ambientes mais dinâmicos, com liberdade para propor ideias e soluções práticas.
Naturalmente, isso impacta diretamente na forma como esses profissionais costumam agir com lideranças, com a comunicação interna nas empresas e com os demais serviços e processos.
Por fim, a geração Z também tem como característica marcante, a valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Esse panorama é completamente diferente das gerações anteriores, que muitas vezes viam o sucesso profissional como sinônimo de longas jornadas de trabalho e sacrifícios pessoais.
Desse modo, esses profissionais dão muito mais importância à saúde mental, ao tempo livre e à qualidade de vida.
Além disso, essa geração busca um trabalho que caiba na vida, e não o contrário. Isso faz com que busquem modelos de trabalho mais flexíveis, como o home office e jornadas híbridas.
Devido a todas essas características, a geração Z costuma ser vista no mercado de trabalho com uma combinação de admiração e desafio.
Se por um lado, eles são reconhecidos por sua facilidade com tecnologia, criatividade e capacidade de adaptação, por outro lado, muitas empresas e gestores ainda enfrentam dificuldades para entender e atender às expectativas dessa geração, que é muito diferente das anteriores.
Esse “conflito de gerações” costuma gerar um certo estranhamento nas empresas que têm um perfil mais tradicional, e que precisam rever seus modelos de gestão de pessoas e cultura organizacional, para conseguir lidar com esses profissionais.
De modo geral, os profissionais da geração Z são percebidos como autônomos, questionadores e pouco tolerantes a ambientes rígidos ou excessivamente hierárquicos.
Essas características podem ser interpretadas por algumas lideranças como impaciência ou falta de comprometimento, quando na verdade reflete um desejo genuíno por relações de trabalho mais transparentes e pautadas em confiança.
Isso faz com que os GenZ não tenham medo de buscar novos caminhos se sentirem que não estão sendo valorizados ou que seus valores não estão sendo respeitados.
Por outro lado, o mercado de trabalho também reconhece que essa geração traz uma nova energia e visão de futuro para as rotinas organizacionais.
Afinal, a capacidade de lidar com múltiplas tarefas, aliada à uma mentalidade voltada para inovação e pela preocupação com temas como diversidade, sustentabilidade e saúde mental são vistas como grandes ativos para as empresas que desejam se manter relevantes no mercado.
Desse modo, as organizações que conseguem se adaptar a essas demandas colhem os frutos de equipes mais engajadas, criativas e alinhadas com os desafios corporativos atuais.
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Diferentemente do que ocorreu com os Baby Boomers e com os Millennials, a geração Z chegou ao mercado de trabalho com expectativas bem diferentes.
Neste sentido, um dos pontos centrais é a já citada busca por propósito: mais do que estabilidade ou altos salários, esses jovens esperam trabalhar em empresas que tenham valores alinhados aos seus, que contribuam positivamente para a sociedade e que promovam um ambiente inclusivo, ético e transparente.
Outro aspecto importante é a flexibilidade. Essa geração valoriza modelos de trabalho mais fluidos, como o home office, o trabalho híbrido e a jornada de trabalho flexível.
Além disso, eles também esperam que as empresas ofereçam equilíbrio entre vida pessoal e profissional, respeitando seus limites e promovendo o bem-estar.
A ideia de “viver para o trabalho” não faz sentido para essa geração, que preza pela saúde mental, pelo tempo livre e por um ambiente que respeite sua individualidade.
Os GenZ também buscam empresas que invistam em aprendizado contínuo, com oportunidades reais de crescimento, mentoria, feedbacks frequentes e chances de explorar diferentes áreas.
A possibilidade de construir uma carreira que não seja linear, com mudanças e novas experiências ao longo do caminho, é vista como algo positivo, e não como instabilidade, como os Baby Boomers e Millenials pensavam.
Além do mais, a geração Z também espera ter autonomia e liberdade para se expressar, propor ideias e participar das decisões estratégicas em empresas que ofereçam espaço para inovação e estejam dispostas a evoluir junto com seus talentos.
Por isso, compreender como funciona a dinâmica dessa geração no mercado de trabalho é fundamental para que as empresas consigam elaborar estratégias que promovam uma cultura de inovação, propósito e flexibilidade, componentes cruciais para atrair, reter e manter esses profissionais produtivos e engajados.
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A geração Z cresceu em um mundo digitalizado, com crises globais e mudanças sociais aceleradas.
Por isso, essa geração traz novas expectativas, habilidades e também uma série de desafios específicos quando se trata da vida profissional.
Neste sentido, conhecer quais são essas dificuldades é essencial para os gestores de RH e demais líderes empresariais que querem integrar esses profissionais de forma produtiva e saudável dentro das empresas.
Dentre os maiores desafios enfrentados por esses profissionais no mercado de trabalho, podemos destacar:
A geração Z chega ao mercado com uma mentalidade mais flexível, valorizando ambientes colaborativos e menos hierárquicos.
No entanto, muitas empresas ainda operam com estruturas tradicionais e culturas mais conservadoras, especialmente em cargos de liderança.
Isso pode gerar conflitos de valores, resistência à autoridade tradicional e dificuldade de adaptação a regras rígidas ou protocolos formais.
Além disso, a forma de se comunicar, mais direta, digital e informal, também pode ser mal interpretada por líderes de gerações anteriores.
Outro desafio enfrentado pela geração Z, é a constante pressão por performance. Afinal, esses profissionais cresceram sob pressão de ser bem-sucedido, se e “fazer acontecer”.
Por outro lado, essa geração também é mais consciente sobre saúde mental, embora nem sempre saiba como lidar com a própria vulnerabilidade no ambiente profissional.
Desse modo, a falta de suporte emocional nas empresas, a pressão por alta performance e a cultura de “estar sempre online”, ajudam a agravar quadros de ansiedade, Síndrome de Burnout e insegurança.
A geração Z cresceu acostumada à agilidade dos aplicativos e à instantaneidade da internet.
Logo, a baixa tolerância para burocracias corporativas, decisões mais lentas e processos engessados, acaba fazendo com que esses profissionais tenham dificuldades nas empresas mais tradicionais.
Ademais, sistemas ultrapassados, excesso de reuniões improdutivas ou uma cultura resistente a mudanças podem ser interpretados como ineficiência por parte destes jovens. Isso gera frustração e acelera o desejo de buscar ambientes mais dinâmicos, inovadores e flexíveis.
A busca por ambientes mais dinâmicos e inovadores também faz com que a geração Z opte por experimentar diferentes carreiras e empresas em busca de aprendizado e realização profissional.
Este cenário é completamente diferente das outras gerações, que buscavam crescer, se desenvolver e se manter estável dentro de uma mesma empresa.
Essa lógica de “subir a escada corporativa” foi substituída por uma busca mais horizontal por experiências diversas.
Naturalmente, isso se reflete em um alto índice de turnover e menor tempo de permanência nas organizações, o que pode gerar desconfiança em processos seletivos e dificultar o desenvolvimento de uma trajetória mais sólida.
Embora seja muito conectada digitalmente, os GenZ nem sempre chegam ao mercado de trabalho com experiência prática ou habilidades comportamentais bem desenvolvidas.
Além disso, as mudanças no mercado de trabalho na pandemia também impactaram diretamente na formação de muitos desses profissionais, limitando estágios, vivências presenciais e interação social dentro das rotinas corporativas.
O resultado disso é a insegurança, dificuldades de comunicação interpessoal, baixa resiliência e carência em soft skills e power skills, como escuta ativa, empatia ou poder de negociação.
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Quando falamos sobre gestão de pessoas, também estamos falando de situações comuns que podem ocorrer dentro de uma empresa, independentemente de qual seja seu porte ou área de atuação.
Uma dessas situações é o conflito de gerações, que pode ter início na interação entre colaboradores de diferentes gerações que têm dificuldade para alinhar suas expectativas e trabalhar em conjunto de forma harmônica e saudável.
Na maioria das vezes, o conflito de gerações pode trazer diversas consequências negativas, que impactam negativamente o clima organizacional, o trabalho colaborativo e o engajamento e motivação individual, podendo atrapalhar entregas, provocar faltas e atrasos e culminar em um aumento no turnover.
Para evitar que isso ocorra em sua empresa, é importante que você atue de forma estratégica na construção de um ambiente de trabalho positivo. Para isso, naturalmente, é importante que você saiba como lidar com a geração Z no mercado de trabalho.
A seguir, listamos algumas boas práticas, que podem te ajudar nessa missão. Confira:
A criação de uma cultura de escuta é o primeiro passo para evitar conflitos de gerações no ambiente de trabalho, afinal, a geração Z valoriza ser ouvida e participar das decisões.
Desse modo, abrir espaço para conversas sinceras e sem julgamentos, é uma forma de reduzir os ruídos na comunicação e favorecer a colaboração entre equipes de diferentes idades.
Conforme mencionamos anteriormente, os GenZ tendem a rejeitar modelos de gestão autoritários ou inflexíveis, dando preferência a líderes que atuem como mentores, que confiem em sua autonomia e estejam abertos a trocas.
Neste sentido, adotar uma liderança mais participativa, que dá clareza sobre objetivos, oferece feedbacks frequentes, reconhece contribuições e não cria barreiras desnecessárias, é uma ótima maneira de evitar os conflitos geracionais dentro do ambiente de trabalho.
Trabalhar com a geração Z exige uma revisão nos formatos tradicionais da jornada de trabalho.
Por isso, é importante que sua empresa ofereça flexibilidade e respeito à vida pessoal, que deve ser equilibrada com a vida profissional.
Essa abordagem inclui horários flexíveis, home office e liberdade para organizar o próprio tempo. Quando os profissionais sentem que há confiança e respeito, eles consequentemente vão entregar suas demandas com mais qualidade, evitando que ocorra uma produtividade tóxica.
Outra maneira positiva de lidar com a geração Z e impedir os conflitos geracionais, é investir em desenvolvimento constante e aprendizado contínuo.
Afinal, esses profissionais querem crescer, experimentar novas áreas, receber feedbacks construtivos e ver propósito no que fazem.
Por isso, empresas que oferecem treinamentos, plano de carreira claro e oportunidades reais de evolução têm mais chances de manter esses talentos motivados e engajados.
Essa é uma das dicas fundamentais para lidar corretamente com a geração Z.
Por serem nativos digitais e terem crescido em um mundo mais diverso, conectado, e com visões diferentes sobre temas como gênero, raça, inclusão, meio ambiente e tecnologia, os GenZ valorizam a diversidade de pensamento.
Ao invés da empresa ver essa situação como um “choque geracional”, é importante que enxergue como uma oportunidade de inovação. Afinal, valorizar diferentes perspectivas no ambiente de trabalho enriquece todos os colaboradores e aproxima as gerações.
Por fim, mas não menos importante: essa geração é extremamente sensível à falta de coerência. Ou seja, se a empresa diz defender um valor, mas não pratica, isso rapidamente afeta a confiança.
Portanto, para lidar bem com a geração Z, e evitar qualquer tipo de conflito, é fundamental ter clareza nas mensagens e agir com transparência, seja nas decisões internas ou nas relações externas.
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Com tudo o que apresentamos neste texto, você conseguiu compreender que engajar e desenvolver a geração Z no ambiente corporativo é um grande desafio.
Porém, ao mesmo tempo, essa tarefa é uma oportunidade estratégica para o RH.
Para atrair, reter e potencializar o talento dessa geração, é essencial que as abordagens da gestão de pessoas evoluam junto com esse novo perfil.
A seguir, listamos algumas boas práticas que podem te ajudar nesta missão. Confira:
Naturalmente, ter um bom salário e uma política de benefícios eficiente, ajuda a manter qualquer profissional engajado. No entanto, quando o assunto é a geração Z, estamos falando sobre profissionais que buscam fazer parte de algo significativo.
Desse modo, o RH pode engajar esses profissionais deixando claro o propósito da empresa e como cada função contribui para que esse objetivo seja atingido.
Projetos sociais, sustentabilidade, inovação e impacto positivo na sociedade são temas que mobilizam essa geração. Assim, a incorporação desses valores ao dia a dia da organização fortalece o sentimento de pertencimento e motivação.
Acostumados à interação imediata das redes sociais, os profissionais da geração Z esperam um retorno mais frequente sobre o seu desempenho.
Neste sentido, o RH deve incentivar que as lideranças tenham uma cultura de feedback constante de forma constante, não apenas nas avaliações formais.
Além disso, programas de desenvolvimento precisam ser dinâmicos, personalizados e voltados para o crescimento rápido.
Trilhas de aprendizado, mentorias e treinamentos com líderes experientes e ter um bom Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) são boas estratégias para acelerar o desenvolvimento dessa geração.
Os GenZ buscam desafios, querem ser ouvidos e desejam crescer com agilidade. Desse modo, o RH pode criar programas de jovens talentos, com oportunidades reais de liderança e participação em projetos estratégicos.
Ao oferecer oportunidades de protagonismo e envolver esses profissionais em decisões, ouvir suas ideias e permitir que eles assumam responsabilidades desde o início da sua trajetória na empresa, é uma ótima forma de engajá-los e prepará-los para o futuro da organização.
Ademais, é sempre importante relembrar que a geração Z é digital por natureza, sendo essa característica mais marcante desses jovens.
Empresas que utilizam ferramentas ultrapassadas ou processos internos lentos e burocráticos podem frustrar a experiência desses profissionais.
Portanto, para manter esses profissionais engajados, o RH precisa investir em soluções tecnológicas que melhorem a experiência do colaborador, desde o seu onboarding até o desenvolvimento de carreira.
Plataformas intuitivas, Inteligência Artificial (IA) aplicada à gestão de talentos, canais digitais de comunicação interna e um controle de ponto em tempo real ajudam a conectar melhor esses profissionais ao dia a dia e às rotinas da empresa.
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Por fim, ao concluir a leitura deste artigo, você conseguiu conhecer melhor como é a geração Z no mercado de trabalho e o que o RH pode fazer para ajudar esses profissionais a superarem os desafios e permanecerem verdadeiramente engajados dentro da empresa.
A presença dos GenZ nas empresas trouxe diferentes impactos e desafios para a gestão de pessoas. Não é incomum algumas organizações conviverem com até quatro gerações simultâneas em seu time de colaboradores.
Desse modo, é preciso que os gestores de RH e demais líderes empresariais trabalhem o sentimento de pertencimento, como forma de estimular o ambiente saudável entre todos os profissionais.
Ao seguir as dicas e estratégias que trouxemos neste conteúdo, você permite que sua empresa esteja melhor preparada para atrair esses profissionais e criar um ambiente propício para inovação, fatores fundamentais para manter a empresa relevante e atrativa enquanto marca empregadora.
Esta mudança também passa pela utilização da tecnologia, afinal, a geração Z é composta por jovens que são nativos digitais, e cresceram cercados pela digitalização.
Por isso, se a sua empresa deseja inovar os seus processos organizacionais, uma ótima forma de dar esse primeiro passo, é digitalizando a gestão da jornada de trabalho por meio do Registrei, o controle de ponto online desenvolvido pela Dixi Soluções!
Com ele, os colaboradores podem registrar o ponto pelo próprio celular, com poucos cliques, e em qualquer lugar. Por conta disso, o Registrei é uma ótima ferramenta para empresas que utilizam home office ou jornadas de trabalho híbridas.
Além disso, os colaboradores podem, até mesmo, registrar a jornada de trabalho de forma offline, caso não haja internet disponível no momento da marcação de ponto.
Afinal, os dados ficam armazenados em nuvem e são enviados de forma automática para o sistema, quando a conexão for restabelecida, garantindo toda a segurança necessária.
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